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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Melhores dias virão

Ora bem, deixa lá refletir sobre estes últimos dias:

  • A professora de Babyoga desapareceu do mapa. Telemóvel desligado, não apareceu à aula de sábado de manhã, não responde a sms (telemóvel desligado, lá está) nem a mensagens via facebook. Não tenho mais contactos nem referências por isso... é esperar. Não sei se lhe (ou a alguém próximo) aconteceu alguma coisa, se desistiu do projeto, não faço ideia... 
  • No sábado à tarde dei um tombo nas escadas com a S. ao colo. O instinto fez-me protegê-la e por isso ela está, felizmente, bem (não ganhou para o susto, mas pronto, com isso vivo bem) mas eu fiquei partidinha. No domingo ainda me sentia completamente moída e sem forças (acho que mais do impacto do susto e do medo que tive que ela se magoasse, do que verdadeiramente da queda, que me deixou umas negras valentes mas pouco mais).
  • Hoje comunicaram-me, no trabalho, alterações organizacionais que eu, honestamente, não esperava. Pelo menos, não com aquele conteúdo. Deixo de estar diretamente ligada à Administração e passo a reportar hierarquicamente a uma pessoa a quem não reconheço conhecimentos e interesse na área em que trabalho e com quem não tenho especial empatia, o que faz prever uns próximos tempos muito pouco promissores.
Não sei bem o que pensar, mas isto está com mau ar! Não me sinto nada animada!
É esperar por melhores dias! 

quinta-feira, 24 de março de 2016

Passados quase 3 meses...

...deste post...

Ando a convencer-me a mim própria que preciso mesmo de emagrecer. Não meramente perder peso, mas acima de tudo perder volume e tonificar (aumentar a massa magra).

Ando a considerar reinscrever-me na piscina (é algo que me dá prazer e por isso normalmente vou conseguindo manter).

Ando a ponderar consultar um@ nutricionista (alguém recomenda algum na zona do Porto?) - é certo que já sei tudo o que devo fazer mas quem sabe com acompanhamento profissional...

Ando a pensar como organizo a minha vida para a parte da cozinha ser mais simples, mais regular e mais saudável.

Ando a estudar como ultrapasso a minha preguiça, o meu marasmo, a minha falta de motivação.

Ando a tentar descobrir como resolvo a minha cabeça para definitivamente dar este passo que tanto preciso.
Porque o maior problema está aí: na minha cabeça! (e na minha gulodice)...

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Reflexão sobre a maternidade



Ontem a caminho do trabalho vinha a refletir sobre se sou uma mãe diferente daquela que imaginei que ia ser.
Coincidentemente, na página Vamos com calma no facebook, cruzei com a imagem acima (que "roubei") e com um post (muito bem escrito) que aborda o tema. 

Sou honesta se disser que antes de ser mãe, ou pelo menos de engravidar, não me debruçava muito sobre o assunto, nem era de fazer grandes comentários às mães e/ou grávidas.
Como toda a gente, devo ter tecido opiniões que depois "engoli", mas não retenho que tenha sido muito contundente sobre o assunto.
Ainda assim, questiono-me, agora, se tinha ideias que não estou a colocar em prática, se a realidade se mostrou bem diferente do que alguma vez pensei.

O facto de a minha filha ter nascido (super) prematura condicionou (e condiciona, ainda, certamente) muitos dos meus comportamentos.
Tornei-me talvez mais protectora, mais agarrada a ela do que pensei que viria a ser.
Aquelas coisas que dizia (acho eu) de "às vezes tem de se deixar chorar" e coisas que tais, é algo que nunca faço. Se ela chora, eu estou logo lá e pego nela, e abraço-a e dou-lhe mimos.
Achava que a minha irmã era super protectora com o seu primeiro filho, quase não saindo de casa quando ela era pequenino, e tendo as cortinas fechadas por causa da luz e do sol (e já não me lembro mais o quê). E achava que era importante as crianças saírem e estarem com outras pessoas, e serem capazes de dormir em qualquer lado, inclusive com barulho e luz.
Mas dou por mim a só tirar a minha pequerrucha de casa em situações de necessidade, ou para passeios, em dias de sol, ali pelas redondezas da casa. Não vou com ela para shopings, não vou simplesmente dar um passeio de carro algures, não saio com ela para ir jantar com uns amigos ou visitar algo.
Não gosto de lhe trocar as rotinas de refeição e sono, não gosto de a expor a muita gente e locais barulhentos. Habituei-a a estar no seu sossego e por isso só muito dificilmente adormece sem ser em sítios calmos e a meia luz.

Outra coisa que sempre defendi foi que se decidimos ter filhos, não podemos estar a fazer contas com a ajuda dos avós. Temos de ser capazes de gerir as nossas vidas e pronto. Recorrer aos avós deve ficar para situações pontuais.
Hoje em dia, recorro muitas vezes aos meus pais (e também aos meus sogros) para ficar com ela, para poder ter momentos a dois, para arejar a cabeça, para poder sair de casa.
Continuo a achar que não devemos criar-lhes (aos avós) compromissos no seu dia a dia (tipo serem sempre eles a ir buscá-los à escola/creche, ou a ficarem com eles durante o dia), mas praticamente todas as semanas peço aos meus pais para ficarem uma noite com a S. para poder ir jantar fora e desligar um pouco.

No que à educação dela diz respeito, ainda será cedo para me avaliar. Ainda é muito pequena...
É certo que me socorro da televisão e do telemóvel mais vezes do que gostaria e do que seria desejável, mas fora isso, penso que não tenho fugido muito daquilo que sempre achei.

Continuo a achar que poderia ser muito melhor mãe do que sou. A achar que deixo muitas vezes a preguiça vencer sobre aquilo que acharia mais correto fazer. Tento melhorar a cada dia, nomeadamente no que à confeção das refeições diz respeito, mas estou ainda muito aquém de outras mães dedicadas deste mundo online.

E tenho de a tirar mais vezes de casa... mas vou esperar pelo bom tempo! :D



sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Da Black Friday

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Eu adoro promoções. Adoro, pronto, que hei-de fazer?!
Mas esta coisa da Black Friday, assim comássim, não me diz nada... sei lá... é esquisito!
Parecem umas promoçõezecas, que as lojas se vêem obrigadas a fazer porque agora é moda fazê-las!
Em algumas lojas online a oferta limita-se aos portes grátis! Sério?! Oferta dos portes leva gente a gastar dinheiro naquele sítio neste dia em vez de outro? Sei lá... parece-me pouco, pobrezinho!

Já recebi uma série de e-mails fazendo propaganda à black friday desta e daquela loja, e já também no facebook imensas outras que aderiram. Mas não vejo nada digno daquelas imagens que nos chegam dos EUA com malta acampada em frente às lojas e a correr por elas dentro, quando abrem, para apanhar os melhores produtos.

Estava à espera de mais, por cá, sei lá...! Mas se calhar sou eu que sou esquisita!

sábado, 17 de outubro de 2015

No pain, no gain

O peso ontem estava nos 67,8kg.
Um bocadinho menos, é certo, mas aquém do que deveria ser.
Os cuidados na alimentação não têm sido consistentes, ainda não estabeleci uma rotina de exercício...
Ainda não interiorizei verdadeiramente que é isto que quero! E sem um compromisso a sério, isto nunca mais chega onde deve!


sexta-feira, 12 de junho de 2015

Introspeção, Auto Reflexão ou lá o que lhe queiram chamar!

Sabem aquelas alturas em que dizemos que queremos emagrecer e que vamos fazer dieta e coisa e tal, mas na verdade estamos mas é à espera de simplesmente acordar magras?
Pois é, estou numa dessas alturas. Quero perder estas banhinhas mas não deve ser assim muito porque não tenho feito nada para isso! Estou à espera de um milagre, é o que é!

Desde que a minha filha nasceu que ando a pensar que devo tratar de mim, e fazer um esforço por perder o peso ganho na gravidez, e endireitar a alimentação e retomar o exercício físico regular... 
Mas a verdade é que desde que ela nasceu que não consegui organizar a minha vida. Quer dizer, tenho uma série de rotinas instituídas mas todas elas se referem ou a trabalho ou a estar com ela ou cuidar dela.
Não há, no meu dia, um tempo dedicado a mim... ou à casa!
O caos está instalado no meu tempo e no meu espaço. E nem há razão para tal, uma vez que ela é um doce, super sossegada, dorme super bem e bem cedinho! Sobra, na verdade, bastante tempo desde que a deito (pelas 20:30) até que eu me deito (pelas 00:00-00:30).
Dava para fazer muita coisa (desde que não implique muito ruído), mas tem faltado vontade, talvez, ou organização.

Nas próximas duas semanas estaremos de férias e quero tentar aproveitar para dar uma arrumação geral à casa, organizar (finalmente) o quarto da bebé (sim, eu sei, não preciso que digam nada!) e tentar, junto com o maridão, estabelecer rotinas diárias mais produtivas!

Talvez depois disso, consiga pensar novamente e a sério em dietas (ou reeducação alimentar, como lhe queiram chamar) e dedicar-me de verdade a voltar a ser quem era - uma pessoa ativa, com bons ritmos de exercício físico semanais, com um peso aceitável!

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Momento para reflexão

Penso que está na hora de me sentar e refletir sobre os meus objetivos pessoais e profissionais para os próximos tempos.
Não me tenho esforçado o que devia para os atingir, o que pode significar que ou não os quero de facto alcançar ou não os estruturei como devia, nem planeei devidamente as ações necessárias. 
Inclino-me para esta última opção e como tal, vou parar para uma introspeção, uma profunda reflexão e passar para o papel tudo o que quero para mim e o que devo fazer para lá chegar.

Já me muni de tudo o que é preciso. E até ao final da semana conto ter tudo feito! 
Eu já volto! ;)

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Manifesto Vagina

Vi aqui. E fui lê-lo aqui.

Leiam também. MESMO!! 
Palavras duras e cruas, mas certeiras, no que se refere ao papel / sofrimento da mulher neste mundo.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Olhando com atenção no meu registo de pesagens, verifico que foi já há 3 meses que atingi os 62kg e não consegui nunca baixar daí, de facto.
Está na hora de dar um abanão nisto!!!!

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Do meu objetivo

Diz a barrinha ali em cima que perdi já 5,8 kg! Um número que me parece simpático e que me agrada bastante, atendendo ao tempo decorrido (cerca de 3 meses).

Não é um valor extraordinário, mas representa uma perda sustentada de peso e de volume que se nota já de forma clara no meu corpo.
Ontem, o maridão olhava para mim e dizia: "Olha-me esses ossos todos!" LOL
Um exagerado, é o que ele é, porque os ossos estão ainda longe de se verem, mas a verdade é que estou com as formas mais modeladas, o corpo um pouco mais firme, linhas mais estreitas.
Noto logo no rosto, uma das zonas que reflecte quase de imediato os meus processos de emagrecimento. 
Gosto dele assim, mais estreito, a notarem-se mais as maçãs do rosto, as faces mais encovadas. 

No outro dia discutia com umas colegas de trabalho estas coisas dos emagrecimentos e afirmei que não precisava de baixar dos 60 kg para ficar feliz.
Mantenho o que disse e é esse o meu objectivo. 
Se me agradaria ver a balança baixar dos 60kg? Claro que sim. Afinal não me lembro de alguma vez pesar abaixo disso (e recordo-me de me começar a pesar, conscientemente, aos 14/15 anos), e seria interessante ver um 5 como início do meu peso.
Mas não me foco nisso. Sei que baixando os quase 4 kg que tenho acima dos 60, já ficarei com um corpo que me satisfaz: com curvas, com "chicha" mas mais delgado, mais bonito.

Sei que há quem se bata em lutas ainda mais difíceis, e desejo-vos toda a força.
E há quem diga que sou tola por querer emagrecer mais, que não pareço ter o peso que tenho (é certo que sempre me disseram isto, já desde bem pequenina), que estou bem assim...
Mas certo é que estou longe de ser magra. O meu imc ali na barrinha assim o evidencia - só há pouco saí do Excesso de peso e entrei  no Peso saudável. 
Aqueles 22,9, correspondentes aos 60kg, são a minha meta. Um valor intermédio dentro do intervalo do peso saudável. Um valor muito razoável para quem, há uns anos, tinha um IMC na ronda dos 30,9...

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Reflexão longa

Quando me ponho a ler os blogues de outras mulheres que lutam ou lutaram contra o excesso de peso encontro essencialmente dois tipos de mulheres:
  • aquelas que foram à luta e conseguiram, a um ritmo certo, perder IMENSO peso e
  • as outras, como eu, que andam num "anda para trás e para a frente", umas vezes com vontade outras nem por isso.

Admiro, muito honestamente, aquelas que conseguiram, num prazo de tempo razoável e à custa de muito esforço e determinação, perder 30 e 40kg. Admiro-as porque foram capazes de introduzir verdadeiras mudanças na sua forma de estar na vida.
Admiro-as porque não consigo ser assim.

Nunca cheguei a valores assustadores de peso, como alguns exemplos que leio e acompanho.

O meu IMC máximo rondou os 30 (81kg para 1,62m de altura). Um excesso de peso, pré obesidade, mas não era um valor assustador como ter mais de 100kg.
Por outro lado o meu IMC mínimo, desde que comecei a luta contra o excesso de peso foi 24. Nunca consegui atingir, em 6 anos de luta (às vezes pouco aguerrida), o valor objectivo - os 60kg (sei que este valor é excessivo para muitas das lutadoras deste mundo virtual mas não sonho ser super magra, tipo top model).

Sei, com a experiência, que o meu corpo estabiliza, sem me esforçar muito, nos 65-66kg. Para manter isto não preciso de muito esforço, mas para baixar daqui tenho de me mentalizar e realmente implementar mudanças, algo que dificilmente faço.
Se controlo a alimentação, não faço exercício. Se faço exercício, começo a facilitar na alimentação.
Aos fins-de-semana boicoto sistematicamente o que faço durante os dias de trabalho. As férias são sempre fases de desleixo.

Não sou gorda. E não digo isto com qualquer ironia. Sou gorduchita, cheiinha. Tenho pneuzito e coxitas rechonchuditas. Não sou magra e torneada, mas estou longe de ser verdadeiramente gorda.
E é este pensamento que me vai retendo neste peso. Esta conformação de "nem estou mal assim, há quem esteja muito pior".

Enquanto não mudar esta minha postura, nunca sairei deste patamar em que me encontro, que, lá está, não é mau mas não é o que almejo.