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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Serendipity



 

Ontem revi este filme:


Incrivelmente, nunca tinha visto o filme desde o início, e ontem, por acaso, apanhei-o a começar no AXN White. Fiquei a ver (rever). 
Não sendo a maior fã do estilo comédia romântica (este também não é exatamente uma comédia), gosto muito deste filme. Até porque gosto muito do John Cusak.

May our lifes be full of serendipity! :)

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Desejos / Decisões para 2017

A minha mente anda num reboliço.
Preciso mudar a minha vida, tanto a nível pessoal como a nível profissional.
Não sei ainda exatamente o quê, nem exatamente como, mas sei que preciso que haja mudanças significativas.

A minha lista de desejos / decisões para 2017 é um pequeno (minúsculo) passo nesse sentido (embora, vista de fora, possa não dar para perceber muito bem como).

  • Perder 10 kgs (esta é tão velha que até cansa)
  • Visitar os padrinhos da S. em Bruxelas (e dar um giro naquelas redondezas)
  • Ir aos Açores
  • Aderir e completar o "Desafio das 52 semanas" (nesta versão adaptada)
  • Levar a S. ao Oceanário e ao Zoo de Lisboa (que se traduz também em: passar uns dias ou fim de semana a Lisboa)
  • Planificar semanalmente as refeições
  • Fazer mais refeições vegetarianas
  • Ler, pelo menos, 10 livros (tenho andado tão longe disto...)
  • Fazer 1 semana de praia com a S. (traduzindo: um mínimo de 7 dias de praia, mesmo, com sol e idas ao mar e tudo)
  • Terminar o Caminho para Fátima
  • Fazer um calendário do Advento para a S. (este ano, já conseguirá dar valor e acompanhar o processo)
  • Levar a S. ao Portugal dos Pequenitos
  • Retomar as caminhadas regulares (e, se possível, também as corridas)
  • Implementar o conceito de Armário Cápsula (Capsule Wadrobe) no meu guarda roupa


quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Como um tolo no meio da ponte

É assim que me sinto!

Por um lado, ando a maquinar como poupar mais no próximo ano, como vou gerir melhor as minhas finanças, onde reduzir custos!

Por outro lado, a pensar em aproveitar os saldos para comprar roupa (que preciso (quero), para deixar de se me sentir horrível nos trajes que visto todos os dias)!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Há 4 anos

Há 4 anos atrás era sexta-feira. Um dia normal de trabalho.
A meio da manhã começou o incómodo, os primeiros sinais... não os percebi. O médico também não.
Disse-me para descansar, tomar magnésio, buscopan para as dores.
Ao início da tarde, ao fim de dose dupla de comprimidos, as dores eram insuportáveis e apareceu a perda de sangue, bem pequenina.
Demorou-nos (demorou-me) a tomar a decisão de ir ao hospital.
A viagem foi uma tortura.
No hospital já a perda de de sangue era enorme.
O veredicto: trabalho de pré abortamento.
21 semanas.
21 semanas sem qualquer problema, sem qualquer dor, sem qualquer enjoo. Uma gravidez santa, como lhe costumava chamar... até ter terminado abruptamente.

Em momento algum, mesmo com as dores e com o sangue, me passou pela cabeça tal desfecho,até mo terem dito. Pode parecer estranho mas foi mesmo assim. Talvez pela ignorância que fez com que não fosse para o hospital logo ao primeiro sinal, talvez um mecanismo de defesa.

Naquele dia, perdi um pouco de mim, que demorei muito a reencontrar (ainda que apenas parcialmente).
É um ciclo fechado, especialmente depois do nascimento da minha linda S.
Mas por vezes penso nisto e ainda me corre uma lágrima.

Acho que é algo que nunca se esquece, apenas fica mais ligeira a dor.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Dia Mundial da Prematuridade



Ontem foi o Dia Mundial da Prematuridade.
Nunca me tinha apercebido dele até ao nascimento da minha pequenina. Por isso percebo que passe ao lado da maioria das pessoas, ainda que quase todas conheçam alguém que nasceu ou que teve um bebé antes do tempo.

A verdade é que a prematuridade (como tantas outras coisas, sejamos francos) só afeta verdadeiramente quem a vive.
Mesmo quem tenha tido familiares, amigos, colegas, conhecidos que passaram por isso, não tem a real noção do que é ter um filho prematuro. 
A minha irmã teve dois prematuros: um de 35 semanas e outro de 26. Ambos nasceram antes da S. 
Tive por isso possibilidade de saber o que era isso de ter um filho antes do tempo, demasiado pequeno para estar já cá fora. Mas só o soube a sério quando a S. nasceu. Até ali, achava o que a maioria acha: que é uma questão de paciência e esperar que eles cresçam.
Não é. É muito, muito mais que isso. É sofrer por sairmos do hospital sem eles, é temer pela sua vida, é o desespero de não poder fazer nada diretamente para os ajudar...

Lembro-me de, ao fim de umas 2 semanas do internamento, num dia que deve ter sido especialmente desgastante, enviar uma mensagem à minha irmã dizendo: "Só agora percebo o que passaste. Tu és uma heroína!"

A S. passou, depois desta mensagem, ainda mais umas 14 semanas na UCI de Neonatologia do HSJ. Foram 115 longos dias de internamento. Não vou mentir! Não foram 115 dias de incertezas, nem 115 dias maus. Alguns dias foram bons! E a reta final já tem pouco de incertezas.
Mas foi uma época muito dura. 
Suficientemente dura para nos deixar sem vontade de tentar um segundo filho.



quarta-feira, 9 de novembro de 2016

The dark ages are coming

Há uns 7 anos, tive uma conversa com o meu marido em que lhe perguntava se seria infeliz se ficássemos só os dois, se não tivéssemos filhos.
Ter filhos nunca foi verdadeiramente um objetivo de vida e a minha visão do mundo dizia-me que pôr crianças no mundo era quase uma crueldade.
A crise já se tinha instalado, já havia países em que a extrema direita ganhava eleições, as perspectivas para o futuro não eram grande coisa.

Ele dizia-me que eu era uma pessimista, que isso não eram razões para não se ter filhos e não sei que mais.
Deixei-me convencer. Duas gravidezes e uma filha depois, não me arrependo nada de a ter, adoro-a, é a luz da minha vida.

Mas hoje, com estes resultados eleitorais dos EUA, pergunto-me se não teria ficado melhor quieta. Se este mundo em que estamos não causará tanto sofrimento à minha filha, que me faça pensar se não teria sido melhor opção que ela nem sequer tivesse nascido.



Temo muito pelo futuro. Temo por mim, mas acima de tudo, por ela.
Acho que vêm aí tempos muito negros.
Espero estar errada, mas temo estar certa! 

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

70,3


Ontem pesei-me (já não o fazia há algum tempo) e esse foi o número que a balança me apresentou.
70,3kg. É muito. Mais 8,5kg que o meu mínimo pouco antes de engravidar.
Sou daquelas mulheres que ao fim de mais de 2 anos após o parto, ainda não perdeu o peso ganho na gravidez.
Pior: apesar das tentativas já aqui faladas, não me sinto verdadeiramente preparada e motivada para o perder.

Detesto não ter roupa em condições que me sirva.
Não gosto do número na balança.
Não gosto do que vejo no espelho.

Mas nada disto se consegue sobrepor à minha preguiça, ao meu estado emocional, ao meu cansaço...

Todos os dias penso em começar a alterar a minha alimentação, em deixar de comer isto ou aquilo, e substituir por esta ou aquela alternativa.
Mas logo de seguida, vou ao armário das bolachas, ou cravo um doce a alguém no trabalho.

Há um trabalho mental que preciso fazer (ou clique que precisa acontecer) para conseguir dar a volta a isto.
Até lá, tenho de dar-me por muito satisfeita por a balança não ter subido ainda mais.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Melhores dias virão

Ora bem, deixa lá refletir sobre estes últimos dias:

  • A professora de Babyoga desapareceu do mapa. Telemóvel desligado, não apareceu à aula de sábado de manhã, não responde a sms (telemóvel desligado, lá está) nem a mensagens via facebook. Não tenho mais contactos nem referências por isso... é esperar. Não sei se lhe (ou a alguém próximo) aconteceu alguma coisa, se desistiu do projeto, não faço ideia... 
  • No sábado à tarde dei um tombo nas escadas com a S. ao colo. O instinto fez-me protegê-la e por isso ela está, felizmente, bem (não ganhou para o susto, mas pronto, com isso vivo bem) mas eu fiquei partidinha. No domingo ainda me sentia completamente moída e sem forças (acho que mais do impacto do susto e do medo que tive que ela se magoasse, do que verdadeiramente da queda, que me deixou umas negras valentes mas pouco mais).
  • Hoje comunicaram-me, no trabalho, alterações organizacionais que eu, honestamente, não esperava. Pelo menos, não com aquele conteúdo. Deixo de estar diretamente ligada à Administração e passo a reportar hierarquicamente a uma pessoa a quem não reconheço conhecimentos e interesse na área em que trabalho e com quem não tenho especial empatia, o que faz prever uns próximos tempos muito pouco promissores.
Não sei bem o que pensar, mas isto está com mau ar! Não me sinto nada animada!
É esperar por melhores dias! 

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Hoje era dia de não estar aqui*

Hoje estou sem vontade nenhuma, mas nenhuma, de trabalhar. Sinto a cabeça pesada, corpo cansado e um apelo fortíssimo para ir embora...
Estou a "um bocadinho assim" de pegar nas minhas coisas e tirar meio dia de férias!...

Resultado de imagem para cansada

*leia-se, no trabalho!!

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Sabes que estás a ficar como a ovelha* quando...#2

...combinas almoçar com o marido num shoping, mas vais para outro e ficas à espera que ele apareça!

* completamente Choné! :)

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

O tempo voa

O tempo passa quase sem darmos por ela. Ainda no outro dia comentava com o marido que, quando nos apercebêssemos, a S. já nos estava a pedir para sair à noite.

Há 25 meses atrás, era um nico de gente enfiada numa incubadora. Pesava na ronda dos 700g, media pouco mais de 30cm, tinha mil e um fios colados ao corpo, tubos para respirar, cateteres enfiados...

Agora:
  • Pesa mais de 10kg (pouco, mas anda à volta disso). É miudinha para a idade, mas o pediatra acha que ela está ótima, e nós também.
  • Mede um pouco mais de 80cm. Novamente: miudinha mas linda! :)
  • Tem 12 dentitos. Custaram a aparecer, vieram por ordem pouco usual, mas aí estão! 
  • Já começa a ter a mania que corre e gosta de andar depressa atrás ou a fugir das pessoas ("a mamã vem atás de nós") mas continua bastante cautelosa. Não é exploradora embora seja curiosa. Pergunta, pede para mostrar, mas em geral não mexe nas coisas à toa.
  • É brincalhona, dá respostas erradas de propósito e sorri, com um olhar malandro.
  • Fala imenso. Imenso. Tem um vocabulário e uma dicção acima da média para a idade. Memoriza tudo o que se lhe diz e replica passados dias, sem estarmos minimamente a contar, mas perfeitamente enquadrado. Conjuga bastante bem os verbos. Já fala muita coisa na primeira pessoa, já nos trata muitas vezes por "tu" (e não papá e mamã).
  • Já faz birras. Ainda não daquelas terríveis, mas lá hão-de chegar. E tem a mania que já escolhe a roupa, que não quer esta camisola ou aquele vestido, e que tem de calçar os sapatinhos e não as sapatilhas! 
  • Já não encaixa no meu peito, como nas primeiras vezes que lhe peguei. As pernas já ficam dependuradas, já é pesada para se andar com ela muito tempo de um lado para o outro.
  • É carinhosa, meiga, linda e esperta (e não sou só eu que digo, não vá acharem que estou a ser tendenciosa)!
Houve alturas, quando ela estava internada, que parecia que nunca faria uma vida normal com ela. Mas agora, o tempo voa e sei que vou ter muitas saudades desta fase tão linda da vida dela (e da minha)!

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

...

Há 4 anos, fomos aos Açores. Estivemos instalados no Faial, mas fomos 3 dias a S. Jorge, que recomendo vivamente (adorei a ilha).
A viagem de regresso ao Faial, de barco, foi a pior que alguma vez fiz. O mar estava muito agitado, o barco baloiçava para todos os lados.
Sabendo que enjoo, tinha tomado um comprimido e forrado o estômago, e sentei-me ao ar livre, no centro do barco, olhando sempre em frente.
Mesmo assim, obviamente enjoei, mais do que alguma vez havia enjoado, mas mais que isso, tive aquilo que penso ter sido um ataque, uma crise de pânico, de ansiedade...
As minhas mãos começaram a fechar-se e não conseguia abri-las. Parecia ter perdido controlo sobre elas, só conseguia dizer "não consigo abrir as mãos" e as lágrimas rolavam-me pela cara. Sentia-me completamente perdida. Nunca tinha sentido nada assim.
Saí na escala que era feita no Pico e só consegui voltar a entrar num barco na manhã seguinte (tivemos de passar a noite num hotel na Madalena).

Ontem, ao tentar adormecer a S. tive uma sensação muito semelhante.
Ela tem estado inquieta no adormecer. Chora, contorce-se toda, resmunga... num momento parece que acalma, para logo de seguida começar a gritar "não! não!" e voltar a chorar e contorcer-se.
Estava já com ela há mais de 1 hora... e comecei a sentir-me perder o controlo do meu corpo. Um torpor, uma sensação de descontrolo e desconforto físico... as lágrimas a subirem, a quererem aparecer...
Valeu-me que ela pediu para ir para outro quarto ("o quarto do vu e da vó"), deitamo-nos lá na cama, o pai apareceu e deitou-se a nosso lado e ela acalmou e adormeceu.
As lágrimas ainda rolaram...

quarta-feira, 30 de março de 2016

:(

E agora, está doentita!
Nada de especial, até ver... Uma constipaçãozita, com direito a tosse e expectoração. Não teve ainda febre, o que é bom sinal.
Mas anda mais caidita, mais aborrecida... e sem poder contar com o consolo da chupeta.
E isto deixa-me ainda mais triste!!


terça-feira, 29 de março de 2016

"Outa pupa"


Descobri que sim, que ela consegue adormecer sem a chupeta. Consegue passar o dia sem ela.

Descobri à força, porque no sábado, numa distração, a perdi. Foi-se a chupeta preferida.
Preferida não! Única!
Não pega em mais nenhuma. Mete-as à boca para logo as mandar para o chão ou no-las dar de volta.

"Outa pupa" pede ela com voz triste. Sabe bem que não são aquelas, falta-lhes o sabor do uso, a maleabilidade...

Adormeceu por exaustão, na tarde de sábado, depois de muito chorar no meu colo. Tentei consolá-la, pedi-lhe desculpa vezes sem conta, chorei com ela, beijei-a, abracei-a.
Lá dormiu um sono reparador. Acordou, felizmente, muito bem disposta.

À noite já quase não chorou... foi choramingando, pediu a chupeta uma ou duas vezes, tentei dar-lhe uma das outras (que diga-se, a olho, são praticamente iguais), não as quis, acabou por adormecer.
Acordou diversas vezes durante a noite, não havia chupeta para a consolar, peguei nela ao colo, aninhou-se em mim e ficou. Via-se que precisava de aconchego, de carinho, de consolo.

Passou o domingo sem pedir a chupeta. A sesta dormiu-a em viagem entre a casa de uma e outra avó. Não se queixou. Acordou bem disposta.
Não pediu a chupeta uma única vez à noite quando foi dormir. Como se se tivesse mentalizado que não valia a pena, que aquela causa estava perdida.
Custou-lhe um pouco adormecer, virou-se e revirou-se no meu colo mas nada de especial, nada que não tivesse já acontecido mesmo com chupeta.

Ontem também não a pediu durante o dia. À noite, pediu-a perto da hora de ir para a cama. Disse-lhe que só havia aquelas duas. Experimentou-as ambas novamente. Entregou-mas, entristecida, pediu "outa pupa", abracei-a, disse-lhe que não havia mais nenhuma, que a mãe a tinha perdido, distraí-a com outra coisa qualquer.
Custou-lhe muito adormecer. mas talvez por ter dormido a sesta bastante tarde.
Choramingou um bocado, pediu a chupeta, não quis as outras, lá adormeceu.
Dormiu a noite toda. Sem choros. Saí hoje de casa ainda ela não tinha acordado.

Não sei bem o que fazer... Sinto-a triste! Ela adorava a chupeta. Usava-a com prazer, com gosto. Os olhos brilhavam quando a via.

Não sei se insista com as que já tenho ou se compre novas, completamente diferentes. Não sei se tente adoçar uma outra chupeta para ela lhe pegar. Não sei se simplesmente abandone a ideia e a deixe sem chupeta.

Não sei... só queria poder voltar à manhã de sábado e estar mais atenta e não ter perdido a sua "outa pupa"!

quinta-feira, 24 de março de 2016

Passados quase 3 meses...

...deste post...

Ando a convencer-me a mim própria que preciso mesmo de emagrecer. Não meramente perder peso, mas acima de tudo perder volume e tonificar (aumentar a massa magra).

Ando a considerar reinscrever-me na piscina (é algo que me dá prazer e por isso normalmente vou conseguindo manter).

Ando a ponderar consultar um@ nutricionista (alguém recomenda algum na zona do Porto?) - é certo que já sei tudo o que devo fazer mas quem sabe com acompanhamento profissional...

Ando a pensar como organizo a minha vida para a parte da cozinha ser mais simples, mais regular e mais saudável.

Ando a estudar como ultrapasso a minha preguiça, o meu marasmo, a minha falta de motivação.

Ando a tentar descobrir como resolvo a minha cabeça para definitivamente dar este passo que tanto preciso.
Porque o maior problema está aí: na minha cabeça! (e na minha gulodice)...

terça-feira, 15 de março de 2016

Sabes que estás a ficar como a ovelha* quando...

...vais à sala de jantar buscar o biberão que está em cima da mesa e chegas à cozinha com as chaves do carro;

...fazes a viagem de quase 15 minutos até casa da sogra para deixar a filha e só quando sais de lá é que te apercebes que saíste de casa sem bolsa, sem telemóveis... nada... e quando estás a meio do caminho de regresso a casa, lembras-te que não deixaste na sogra o carrinho da bebé;

...cruzas com uma colega de trabalho numa loja de roupa, ela te diz que ainda vai espreitar a secção de criança e tu ficas a pensar "estará grávida?", quando estás farta de saber que ela tem um filho com uns 8 anos (que passa a vida a aparecer na empresa)
* completamente Choné! :)

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Primeira noite longe dela

Este fim de semana passei a minha primeira noite longe da minha pequenina desde que ela teve alta pós nascimento (há mais de 15 meses...).
Decidimos ir passar uma noite fora (de sábado para domingo, apenas), para relaxarmos um pouco, descontrairmos, dormirmos sem estar alerta.
A S. ficou em casa (na nossa) com os avós maternos e nós lá fomos.

Passeamos um pouco, descansamos bastante, dormimos até mais tarde.
Custou-me menos do que pensava... mas soube tão bem tê-la nos meus braços quando regressamos! :)

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Acerca do ginásio...

Suspeitas que está na hora de desistir quando a tua maior motivação para lá ir é já ter pago a mensalidade...
É mais ou menos isto, portanto:

(imagem retirada daqui)

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Ansiosa

Amanhã, a minha pequenina vai ser alvo de uma pequena intervenção cirúrgica.
Nada de grave, apenas a dever ser resolvido com a brevidade possível, com vista a evitar males maiores.
Combinei tudo com o médico já no passado dia 18 de Dezembro. E não estava nada preocupada...
Até me ligarem hoje do hospital, a confirmar tudo e a dar instruções dos procedimentos a cumprir.
Aí, fui assolada por um nervoso miudinho.
A minha bebé vai ser internada. A minha bebé vai ser sedada. A minha bebé vai, quase de certeza, ter dores.
E eu já não me sinto preparada para isso. Já tinha feito uma "formatação ao disco" relativamente a procedimentos hospitalares (vou ao HSJ muitas vezes com ela, mas apenas para consultas...).
Sinto-me ansiosa... Só quero que isto se despache rápido!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Do Natal

Com algum esforço e paciência (sim, foi preciso muita) e um dia e meio de férias "forçadas", lá consegui (quase) terminar a saga dos presentes.
Ficou por comprar presente para o maridão (acima de tudo, por falta de ideias... está mal, eu sei...) e por receber os primeiros presentes de que tratei! Encomendei-os online, ainda no dia 2 de Dezembro, mas não chegaram ainda... (ai e tal, entrega em 10 dias e mais não sei quê... nada!!! dizem eles que a culpa é dos correios...enfim... tiver de arranjar uma treta qualquer à pressa, para não ficar de mãos vazias.

No geral, acho que todas as pessoas gostaram do que lhes oferecemos, e isso é bom.

O mais importante é o convívio familiar, estar com quem mais gostamos. A troca de conversas e de risadas, a comida boa, o abraço caloroso.
E isso foi garantido.
Apenas um fim de dia 24 um pouco mais tenso, com a pequerrucha super cansada e por isso chorosa. Mas nada que um beijo terno e uma boa noite de sono não tenham sanado! :)

Ainda assim, espero que o próximo Natal seja melhor, mais relaxado, com a pequena a aproveitar mais, e eu mais imbuída do espírito da coisa! :)