sexta-feira, 11 de março de 2016

Babyoga

A S. passa muito tempo em casa e convive diariamente com muito poucas pessoas - eu, o pai e a ama. Mesmo ao fim de semana, raramente está com mais pessoas que os avós maternos (quando lá vão a casa), e os avós paternos, os tios e os primos, quando vamos almoçar a casa dos meus sogros.
Uma vez por outra, lá temos uma ida ao café ou uma festa de aniversário...
Mas o grosso do tempo é mesmo em casa, com 3 pessoas... O mesmo espaço, o mesmo tipo de interação...

Estava na hora de a expôr a outras coisas, outros espaços, outros estímulos, outras pessoas.
Lembrei-me do yoga (ou babyoga, neste caso).
No fim de semana passado fomos experimentar uma aula, na Maia. A S. passeou pela sala mais do que fez qualquer exercício, como seria de esperar numa primeira experiência, mas pessoalmente gostei.
O espaço é amplo, bom para ela circular e a atividade calma para a transição não ser demasiado radical.
É pena que, no sítio onde fomos, apenas haja mais uma criança a fazer a aula. Gostaria que houvesse um pouco mais (não muitas, mas umas 3 ou 4 seria perfeito).
Mas não é muito longe de casa (cerca de 20 minutos de carro (quando se mora no fim de mundo, isto é pertinho)) e o horário é bom (manhãs de sábado às 10-10.30).

Amanhã voltamos. A ideia é experimentar pelo menos um mês completo para ver como a S. evolui. E depois vemos se continuamos ou se procuramos outro sítio ou outra atividade.

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